Poucos dias depois de surpreender o público ao revelar sua extensa coleção de jogos no Nintendo Switch 2, Luísa Sonza voltou a ser assunto no universo gamer — desta vez por uma resposta simples, direta e devastadora sobre um dos RPGs mais jogados do planeta.
Tudo começou quando uma seguidora, nos comentários de um vídeo da cantora no TikTok mostrando sua biblioteca do Switch 2, sugeriu que ela experimentasse Genshin Impact. A resposta de Luísa foi imediata:
"Já joguei. É cilada, porque você só cresce no jogo se comprar coisa."
O comentário virou um dos mais movimentados da publicação, atraiu atenção da imprensa especializada em games e reacendeu uma discussão que a comunidade carrega desde o lançamento do jogo da HoYoverse.
A internet escolheu um lado — e os dois lados apareceram
A reação foi dividida, como era esperado. Uma parte considerável dos jogadores topou imediatamente com a avaliação da cantora. Frases como "ela não mentiu", "canetou" e comparações com o sistema do tigrinho circularam nos comentários, enquanto outros usuários foram mais além: um deles chegou a sugerir que Luísa tentasse jogar Albion Online em vez disso e se tornasse "coletora de recursos" — numa piada que qualquer veterano do MMO vai entender bem.
Do outro lado, os defensores do jogo apresentaram o argumento mais clássico:
"Não é não. Só demora mais para você evoluir, mas dá para crescer no jogo sem colocar dinheiro. Inclusive é meu jogo favorito e nunca coloquei um centavo nele."
É uma clivagem familiar para qualquer pessoa que acompanha o mercado de games free-to-play há tempo suficiente.
Afinal, quem está certo?
A resposta honesta é que os dois lados têm razão — dependendo do que cada jogador espera da experiência.
Genshin Impact é tecnicamente gratuito. Toda a campanha principal pode ser concluída sem gastar um centavo. Os recursos distribuídos pelo próprio jogo são suficientes para progredir, desde que o jogador aceite um ritmo mais lento e não precise obrigatoriamente dos personagens mais novos e limitados.
O problema começa quando entra o sistema de gacha — os sorteios que determinam quais personagens e armas você consegue. Personagens limitados, que ficam disponíveis por apenas alguns dias, criam um ciclo de pressão que o jogo alimenta de forma bastante calculada. Para quem quer jogar de maneira mais controlada e estratégica, é possível. Para quem quer manter o ritmo com os lançamentos, o caminho mais rápido é quase sempre financeiro.
Não à toa, casos extremos de gastos compulsivos em Genshin Impact chegam a ser notícia com certa frequência — incluindo episódios em que jogadores comprometeram economias e até relacionamentos por conta das compras dentro do jogo.
O contexto: Luísa Sonza é gamer de verdade
O detalhe que torna o episódio ainda mais interessante é que Luísa Sonza já havia causado surpresa dias antes ao mostrar que é uma jogadora muito mais envolvida com games do que a maioria das pessoas imaginava. A biblioteca do Switch 2 que ela revelou no TikTok inclui títulos de peso e sugere alguém que joga de verdade — não apenas casualmente. Isso dá peso à opinião dela sobre Genshin Impact: não é o comentário de alguém que experimentou por dez minutos, mas de alguém que conheceu o jogo o suficiente para identificar como funciona seu modelo de progressão.
Fonte: Hardware




